Paulo Eisenmann
Fundador, Eisenmann & Co.Com passagens pelo Banco Alfa de Investimentos, Itaú BBA, Santander e ABN Amro entre outras instituições financeiras, soma mais de 27 anos de experiência em operações de Corporate Banking, Debt Capital Markets e Equity Capital Markets, trabalhando diretamente na sua originação, estruturação e execução para empresas de todos os portes e setores da economia.
Foi Head Regional de Corporate & Investment Banking do Itaú BBA, Superintendente Comercial do Santander e Senior Banker no Citibank.
Ao longo deste percurso identificou um padrão recorrente. A maioria das empresas que busca acesso ao mercado de capitais não fracassa por falta de potencial de negócio, mas por um déficit estrutural em governança, transparência e controles internos. Esse diagnóstico, somado à experiência prática em estruturação de capital e ao relacionamento direto com bancos e investidores, deu origem à Eisenmann & Co.
Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Mackenzie, com Especialização em Economia pela UCLA, School of Economics, Executive MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós-MBA em Marketing, Negociação e Liderança pela Kellogg School of Business.
Entre as principais transações realizadas estão o IPO da Espaço Laser (R$ 4,4 bilhões em valor de mercado), o IPO da Autometal (~R$ 1,7 bilhão em valor de mercado), o Eurobond inaugural da Samarco (USD 1 bilhão), Capital Raising de ~R$ 1 bilhão para uma empresa de transmissão de energia (combinando uma APR e debêntures de infraestrutura), um EPP sindicalizado de USD 125 milhões para um grupo frigorífico brasileiro, com roadshow em Londres e Nova York, o Management Buy-Out das operações brasileiras do grupo italiano Invex S.p.A. (~R$ 85 milhões), a série de debêntures da Tecnogera para reperfilar a saída da Pátria (R$ 500 milhões), e operações de crédito e repasse junto a bancos de fomento e agências de desenvolvimento, incluindo ECAs, IFC, BNB, BASA, BNDES e FINEP, com foco em governança corporativa e temas socioambientais.
Baixar CV completo (PDF)"A maioria das empresas que busca acesso ao mercado de capitais fracassa não por falta de potencial operacional, mas por déficit estrutural em governança, transparência e controles internos."
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